sábado, 24 de junho de 2017

Que tal montarmos um projeto então!

Pondo a mão na massa, 06 de março de 2017 

Esta aula foi desfiadora.
Tivemos que montar o esboço do nosso projeto, nada mais justo depois de tantas orientações.

Resultado de imagem para projetos didáticos em dupla
A proposta possibilitou a montagem do projeto em dupla. Junto com o colega Sérgio coloquei a mão na massa. Todos tinham que aplicar o projeto montado no momento da Regência, então tudo teria que dar muito certo. Iriamos apresentar a Coordenação da escola que vamos estagiar então uma ótima proposta teria que nascer.


A Pedagogia de Projetos incentiva o aluno a explorar e a investigar seus interesses. Com isso, o educador tem a responsabilidade de encontrar maneiras de tornar a atividade útil no desenvolvimento de suas competências. Daí nosso desafio. 

Como fazer já sabíamos, agora qual o tema? E o que pretendemos atingir?

A organização fornecida por esse modelo didático tem como principais objetivos construir um ambiente cooperativo, em que decisões coletivas e compromissos assumidos garantam o exercício da experiência democrática e a construir um espaço significativo de aprendizagem, em que as interações resignifiquem os atos de ensinar e aprender.

Ela permite ao aluno tomar decisões, e não somente depender das escolhas dos adultos, ajudando-o a se comprometer com o trabalho, a projetar-se no tempo, a planejar suas ações e tornar-se sujeito do seu próprio aprendizado.
Então tudo começa com a organização! 
Montamos um pré-projeto tentando seguir a estrutura piloto que aprendemos nas aulas teóricas e a nossa orientadora nos disse que estavamos no caminho certo.
Pautamos na importância do aprendizado de LEM - Língua Estrangeira Moderna em especial a Língua Inglesa. O reconhecimento e o desenvolvimento das habilidades na temática do Consumismo e do materialismo na sociedade.
Utilizamos diversos recursos audiovisuais: filmes, músicas, slides, vídeos. Trabalhamos com poemas, com textos publicitários, slogan...  com a estrutura gramatical da língua Inglesa para que os alunos possam ter uma visão ampla e possível da aquisição da língua e sua implantação no cotidiano. 
Por um momento ficamos com receio de sufocá-los com tanta informação. Mas o novo fez com que cada item fosse surgindo de forma gradual e natural ao desenrolar das aulas e a turma ficava na expectativa do próximo encontro e isso foi bem legal!!!
Alunos do CPM, Eu, Sérgio e a Prof Maria Rita em uma das aulas do projeto.

1.    TEMA DO PROJETO

Let's consume the English language.
Vamos “consumir” a Língua Inglesa.

2.    SUJEITOS ENVOLVIDOS

Estabelecimento:
Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Alunos 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D  
Faixa etária: 14 a 16 anos
Professor(a) Regente: Maria  Rita
Estagiários: Alessandro Sérgio Sampaio Cavalcante e Arilma de Jesus Silva Pinto, alunos do 7º semestre da Unijorge



3.    QUESTÕES ORIENTADORAS

Esse projeto pretende acompanhar os alunos na aprendizagem da Língua Inglesa como uma língua estrangeira que já faz parte da sua vida de alguma forma: em palavras como mouse, shopping, e-mail, show, game; em seriados de TV; filmes; jogos, site recursos tecnológicos entre outros.
Os assuntos abordados nesse projeto, parte da premissa de que o aluno já traz muitos saberes e experiências para a sala de aula, então criamos oportunidades de desenvolver esse conhecimento prévio sobre a Língua Inglesa ao mesmo tempo em que transitaremos na temática do Consumismo na adolescência, buscando não só, desenvolver a capacidade de ler, escrever, ouvir e falar inglês como também, propiciar a reflexão crítica e consciente das causas e consequências do Consumismo exacerbado na sociedade.
O tema proposto por nós: “Let's consume the English language?” busca direcionar a turma a conscientização de outro tipo de consumo: o de aprender, assimilar e consumir a Língua Inglesa e seus impactos marcantes na globalização mundial e na contemporaneidade, Utilizar gêneros textuais como: propagandas, anúncios, cartazes publicitários em imagens, vídeos, por serem textos que contemplam a linguagem persuasiva, presente nos gêneros publicitários é a melhor estratégia de favorecer o ensino contextualizado, uma vez que põe a língua em uso. e em contato com o dia a dia dos alunos.
Nesse sentido, Bakhtin (1997) defende:

que a língua só é utilizada dentro de um determinado contexto, capaz de contribuir para as significações das falas, ao passo que a linguagem faz uso no ato da interação. Para o autor, a língua e um processo de interação e só pode ser utilizada através dos enunciados, sejam orais ou escritos denominando os mais variados gêneros textuais.

Partindo das fundamentações teóricas de Bakhtin e da oportunidade ímpar de lançar um olhar observador acerca da realidade escolar é que permeiam as páginas desse trabalho, cujo caminho é de extrema relevância para nossa formação como futuros professores de Língua Inglesa.
Paulo Freire (1996, p.43-44) defende que “...é, pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode melhorar a próxima prática”. Cabe então ao profissional de educação se reinventar, renovar e fazer novas descobertas sempre. Por isso, a importância não só, desse projeto pedagógico ser realizado, mas sim de outros que venham proporcionar a reflexão de temas sociais e a assimilação da Língua Inglesa como um saber essencial, construtivo e sociocultural.
 O ensino da língua estrangeira não é menos importante que outros componentes curriculares, ele pode representar um campo fértil, fomentando a atuação crítica e democrática. Afinal, é a área que com exclusividade, permite ao aluno, principalmente o de escolas públicas a ter o contato com outras culturas, e ter acesso ao conhecimento universal.

 JUSTIFICATIVA

Em meio a tantas formas de comunicação no mundo moderno, em que o acesso à informação e o intercâmbio de experiências e de bens culturais tornam-se cada vez mais importantes para a formação do cidadão, a sala de aula, para muitos jovens não pode ser vista como a única fonte de informação e conhecimento.
Nesse contexto, o ensino de Língua Inglesa requer um maior dinamismo e maior variedade na utilização de instrumentos de aprendizagem, garantindo uma interação mais eficiente, mais reflexiva e mais enriquecedora entre as pessoas. Torna-se necessário, portanto, ir além do tradicional. Professores e alunos desejam novos espaços na escola, mais diversificados e dinâmicos em relação ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem. Desenvolver práticas de projetos educacionais é uma ótima iniciativa, uma vez que propicia a ampliação das atividades reais.
O projeto “Let's consume the English language? Fomenta atribuir aos alunos do 9º ano D a oportunidade de desenvolver atividades complexas, reflexão e resolução de problemas frequentes da sociedade, com ênfase para um consumo consciente, analise de textos publicitários, características indutivas das linguagens persuasivas estendendo-se para contextualização dos aspectos linguísticos. Acreditamos que esse projeto estimulará os alunos, positivamente nos estudos uma vez que inova e amplia as áreas do saber.

4.    OBJETIVO GERAL

Proporcionar aos alunos do 9º ano uma condição inovadora de trabalhar, não só as abordagens gramaticais de rotina, mas também de agregar ao conhecimento prévio reflexões a cerca das causas e consequências do consumismo desenfreado da sociedade, bem como as características persuasivas dos textos publicitários. Sobretudo, possibilitando assim, seu aprendizado e o desenvolvimento de habilidades comunicativas.

5.    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

·         Investigar o senso crítico para a formação de sujeito capaz de se posicionar de forma crítica acerca do Consumismo.
·         Identificar palavras e/ou expressões da língua inglesa que trafegam no dia a dia através de campanhas publicitárias: black friday, buy, sale, 10% off, marketing, promotion entre outras.
·         Conversar sobre o processo de aprender inglês usando estratégias sociais para melhorar o aprendizado desse idioma, partindo do cotidiano publicitário;
·         Discutir orientações sobre como se tornar um eterno aprendiz em língua estrangeira moderna, sua importância para o desenvolvimento sociocultural.
·         Reconhecer e usar em situações contextualizadas os aspectos linguísticos, com ênfase para as Part of speech.
·         Produzir um varal de camisetas básicas que tenham palavras e expressões em inglês, ressaltando a infiltração do idioma no contexto comum do aluno.
·         Identificar se há estimulo para o reconhecimento e mapeamento de diferentes gêneros textuais publicitários para que os alunos possam entrar em contato com linguagens formais e informais;
·         Traçar perfis de oralidade notando se os alunos, se as atividades e discussões que requeiram uma reflexão e uma visão crítica da realidade da prática do ensino tradicional e dessa nova roupagem de aprendizagem de LEM.


6.    ETAPAS/ATIVIDADES/OPERACIONALIZAÇÃO/CRONOGRAMA

PLANO DE AULA (01)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 10/04/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA:  Let's buy ? Differences between consumption and consumerism in adolescents' lives (Vamos comprar? Diferenças entre o consumo e o consumismo na vida dos adolescentes.

Objetivos específicos:

  • Fornecer instrumentos para aperfeiçoar as habilidades de produção escrita e compreensão oral da temática;
  • Desenvolver o senso crítico para a formação de sujeito capaz de se posicionar de forma crítica e atuante;
  • Aplicar estratégias de comunicação através da língua inglesa na utilização de palavras e significados.
 Conteúdo:

· Noções de cidadania, consciência coletiva em promover uma sociedade anticonsumista.
·         Elementos sociais, políticos e culturais importantes para o convívio entre os cidadãos
·         Palavras e expressões em inglês que contribuem para o entendimento da pauta.
·         Aspectos do processo de Input/ Output.

Sequência didática:

  • Apresentação da temática “consumo e o consumismo na vida dos adolescentes” e socialização com base no conhecimento de cada aluno.
  • Exibiremos dois vídeos para dar início à discussão sobre a temática no qual os alunos com histórias e situações reais que abrangem os assuntos: consumo X consumismo.
  • Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e das discussões em sala.
  • Solicitaremos aos alunos que tragam objetos ou imagens de produtos que eles costumam consumir com uma certa frequência.
 Recursos:

 https://www.youtube.com/watch?v=5XqfNmML_V4 (vídeo Homem consumista), quadro, piloto, https://www.youtube.com/watch?v=yXaqZ6GBnhw (vídeo Consumismo e materialismo destroem a sociedade).

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala com opiniões, dúvidas e sugestões da proposta.
















PLANO DE AULA (02)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 17/04/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA:   What I like to buy?  and why ? (O que gosto de comprar? e por quê? )

Objetivos específicos:

  • Expressar-se em língua inglesa, utilizando a linguagem oral e fazendo uso dos elementos articuladores do discurso
  • Articular a produção escrita com a linguagem oral entendendo a construção por meios dos indicadores gramaticais
  • Identificar aspectos interculturais nas diversas modalidades textuais como forma de aprimorar o aprendizado da língua inglesa.

Conteúdo:

  • Elaboração das perguntas e resposta com o verbo to buy (comprar).
  • Posicionamento dos adjective (adjetivos) na construção de orações utilizadas nas respostas.
  • Intertextualidade através de textos e diálogos produzidos em sala. 

Sequência didática:

  • Cada aluno, com o auxílio do dicionário, irá responder as perguntas: what I like to buy?  and why ?, com base nos objetos de consumo apresentados, observando a posição correta dos verbos e adjetivos na Língua Inglesa.
  • Será realizado um diálogo em dupla, no qual o colega perguntará ao outro as respostas produzidas anteriormente.   
  • Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.
  • Solicitaremos aos alunos que tragam alimentos ou imagens de produtos que eles costumam consumir no café da manhã.

Recursos: objetos pessoais, piloto, quadro, apagador, lápis, caneta, hidrocor, pincel, tinta, cartolina.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala através da criatividade, interação e produção vocabular.
































PLANO DE AULA (03)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 24/04/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: What products do I consume for breakfast? (Quais os produtos que consumo no café da manhã?)
  
 Objetivos específicos:

  • Fazer inferências textuais em inglês na identificação dos produtos e suas qualidades nutricionais para o consumo consciente.
  • Ressignificar criticamente os modos de produção oral e textual em inglês que a mídia utiliza para convencer e seduzir o consumidor.
  • Compreender as construções lexicais através do idioma inglês inseridas nos comerciais e propagandas para atrair o público específico.  

  Conteúdo:

  • Verificação dos verbos no presente na linguagem verbal e não verbal exibidas nas publicidades.
  • Utilização dos noums (substantivos) na elaboração das frases e orações que contenha também adjective (adjetivo)
  • Identificação de alguns (pronouns) pronomes de tratamento como forma de aproximar-se do ouvinte/ telespectador. 
 Sequência didática

  • Apresentaremos um vídeo sobre a Black Friday. A proposta é, além de mostrar como ocorre o consumismo, ratificar a importância e a influência da Língua Inglesa, presente em nosso cotidiano.
  • Promoveremos a dinâmica em que os alunos colocarão em uma mesa os alimentos ou imagens trazidas por eles. A atividade consiste em, após a exposição dos alimentos, cada aluno irá dizer, em inglês, quais os ingredientes que compõe o seu breakfast.
  • Os discentes serão orientados a utilizar verbos no presente acompanhados dos substantivos.
  • Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.

Recursos: 
vídeo https://www.youtube.com/watch?v=WqCyWhdpzGo (Compras no Black Friday), alimentos, fotos, imagens, piloto, quadro, giz, apagador.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala com opiniões, dúvidas e sugestões da proposta.

 PLANO DE AULA (04)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 04/05/2017 Reposição do feriado quinta-feira  Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: Text advertising (Textos Publicitários)
   
Objetivos específicos:

  • Reconhecer no processo de composição dos textos publicitários os recursos linguisticos e gramaticais utilizados. 
  • Identificar e compreender discursos subliminares nos anúncios e propagandas veiculados nas mídias.
  • Produzir textos publicitários (anúncio, folder, slogan) de forma oral ou escrita, especificando suas funções sociais relacionadas ao consumo / consumismo.

  Conteúdo:

  • Confecção de frases e orações de caráter persuasivo com a utilização de verbos no imperativo.
  • Produção de anúncios publicitários que façam a interligação entre imagem e texto na emissão da mensagem.
  • Praticar as quatro habilidades do inglês reading (ler), writing (escrever), listening  (ouvir) e speaking  (falar) durante o processo de construção e divulgação dos textos publicitários.
 Sequência didática

  • Através de slides será apresentada a estrutura dos textos publicitários (anúncio, folder, slogan).
  • Com uso do aparelho celular ou do livro didático, alunos divididos em trio realizarão uma pesquisa de um dos gêneros textuais exibidos nos slides para elaborar um slogan de sua preferência e com uso do dicionário farão a tradução em inglês.         
  • Após o exercício, haverá uma apresentação oral em inglês e português do trio. 
  • Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.

Recursos: Slides, fotos, imagens, piloto, quadro, giz, apagador.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala com opiniões, dúvidas e sugestões da proposta.

 PLANO DE AULA (05)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 08/05/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: “Um passeio ao paraíso do consumismo” O que levam milhares de jovens aos shoppings Center?

  Objetivos específicos:

•          Debater os hábitos de consumo entre os jovens e a influência deles nas compras das famílias brasileiras;
•          Reconhecer os contextos gramaticais utilizados nas campanhas publicitárias como fonte de convencimento para o consumidor.
•           Identificar quais as marcas e produtos de origem inglesa comercializados nos shoppings que estimulam os  jovens ao consumismo;

  Conteúdo:

•           Contextualização dos números e a aplicação de preços dos produtos em inglês associado às formas gramaticais
•           Treinamento das habilidades do reading (ler),  listening  (ouvir) e speaking  (falar) nos diálogos entre a compra e venda dos produtos.
.   Sequência didática
•           Por meio de slides representamos imagens de algumas lojas de roupas, eletroeletrônicos e festfood para cada dupla ou trio de alunos imaginassem dentro de shopping Center e com o auxílio do celular eles perguntariam em inglês o preço da mercadoria desejada.
•           Durante a dinâmica serão sugeridas questões sobre o uso do dinheiro na atualidade. Tais como: quais são os meios que o jovem utiliza atualmente para fazer suas compras (cartão de crédito, débito, dinheiro - pagamento à vista -, cheques...
•           Em seguida após a atividade, os alunos farão uma análise da compra realizada (porque tal marca, tal modelo), e se perguntar se aquele produto e/ou mercadoria era realmente necessário naquele momento.
•           Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.

Recursos: retroprojetor, slides, notebook, dinheiro de brinquedo (banco imobiliário), giz, apagador, piloto.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala com opiniões, dúvidas e sugestões da proposta.

 PLANO DE AULA (06)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 15/05/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: A Língua Inglesa presente em nosso dia a dia através dos meios de comunicação.

Objetivos específicos:

•           Questionar de que modo ocorre a presença constante do vocabulário da Língua Inglesa em nosso cotidiano propagado pela mídia?
•          Reconhecer a importância da Língua Inglesa no processo de ensino-aprendizagem para uma vivencia social, cultural e política em nossa sociedade.
•          Compreender os significados trazidos nas embalagens e que funcionam não são apenas como um simples marca, mas como forma de traduzir algo implícito naquele determinado produto.

  Conteúdo:

•           Vocabulário de novas palavras inseridas no contexto gramatical dos substantivos, verbos e adjetivos
•           Treinamento das habilidades do reading (ler), listening  (ouvir) e speaking  (falar) durante a pesquisa. Gênero textual: Cartaz

Sequência didática

•           Mostraremos um vídeo que retrata como muitas expressões em inglês já fazem parte do nosso convívio diário nos  bancos, na internet, no parque, no restaurante, cinema, teatro, lanchonete, etc.
•           Em seguida, apresentaremos aos alunos embalagens de diversos produtos como do creme dental, sabonetes, shampoo, arroz Blue Ville, de Halls, do papel higiênico, do pirulito, batata fritas entre outros. Nesta primeira parte, dois alunos, por vez, vão verificar nas embalagens e encontrar as palavras da Língua Inglesa. Depois de encontradas, com o uso do celular ou dicionário, cada dupla pesquisará o seus significados. Por exemplo, na embalagem do creme dental Close Up triple encontraremos as expressões (fotografia tirada três vezes mais perto), vamos ver a reação da turma com cada nova descoberta.
•           Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.

Recursos: retroprojetor, slides, notebook, dinheiro de brinquedo (banco imobiliário), giz, apagador, piloto.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala com opiniões, dúvidas e sugestões da proposta.

 PLANO DE AULA (07)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 22/05/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: O Vício do consumo, até quando o prazer das compras pode se tornar um problema psicológico?
  
 Objetivos específicos:

  • Conscientizar os alunos sobre possíveis exageros que ocorrem entre os jovens durante o consumo.
  • Elencar os positivos e negativos apresentados durante a exibição do filme Os delírios de consumo de Becky Bloom.
  • Identificar quais as marcas e produtos de origem inglesa comercializados nos shoppings que estimulam os jovens para o consumo.

  Conteúdo:

  • Os delírios de consumo de Becky Bloom ( filme ).
  • Análise e discussão dos assuntos trazidos pela história do filme o consumismo compulsivo relacionar com  a crise econômica atual.

Sequência didática

  • Faremos uma previa para mostrar que o consumo exagerado pode se tornar uma patologia com alguns riscos para a saúde, e em seguida assistiremos o filme Os Delírios de Consumo de Becky Bloom.     
  •   Solicitaremos dos alunos o que mais lhes chamou a atenção em relação as expressões, palavras, marcas, produtos que apareceram no decorrer da história.
  • Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.

Recursos:  data show, retroprojetor, internet, quadro, giz, apagador, caderno, lápis e caneta.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala com opiniões, dúvidas e sugestões da proposta.


PLANO DE AULA (08)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 29/05/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: Letras musicais que criticam o consumismo


Objetivos específicos:

•           Perceber as influências de diferentes culturais entre o inglês e português contidas na trilha sonora consumo da banda musical Plebe Rube.
•           Estabelecer relações dos produtos de origem inglesa contidos na letra da na música.
 

Conteúdo:

•           Relação dos verbos no imperativo no refrão da canção.
•           Pratica das habilidades de writing (escrever), listening (ouvir) no decorrer na música.

Sequência didática:

•           Inicialmente, os alunos com ajuda do celular, vão pesquisar a cultura do povo escolhido pelo grupo, concentrando-se na produção musical, mas sem descuidar se outras manifestações estão presentes como a religiosidade, as vestimentas, a culinária, etc
•           Terminada a pesquisa, em trio eles vão procurar as semelhanças entre a cultura estudada e a música brasileira.
•           Produção de vocabulário com palavras extraídas da aula e da interação didática em sala.
•           Para próxima aula solicitaremos

Recursos: data show, dvd, notebook, piloto, quadro, apagador, lápis, caneta, hidrocor, pincel, tinta.

Avaliação: Avaliar a participação dos alunos em sala através da criatividade, interação e produção vocabular.

 PLANO DE AULA (09)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 05/06/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  


TEMA: Avaliação Diagnóstica


Objetivos específicos:

·         Avaliar através da prova escrita as habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos.

  Conteúdo:

·         Interpretação textual: Consumo Consciente;
·         A Importância da Língua Inglesa;
·         Part of speech.

Recursos:

·         Papel ofício, caneta, lápis e borracha.

 PLANO DE AULA (10)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 12/06/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

TEMA: Devolutiva da avaliação diagnóstica.

Objetivos específicos:

•           Avaliar a aplicação dos métodos desenvolvidos em sala após a avaliação diagnóstica aplicada;
•           Promover a interação com os alunos através dos pontos positivos que utilizamos para a importância da língua inglesa no cotidiano na temática transversal com o assunto Consumismo;
•                      Discutir as inferências que os alunos trouxeram durante as atividades aplicadas.

  Conteúdo:

•           Devolutiva da avaliação diagnóstica.

Sequência didática:

•          . Arrumação da sala em semi-círculo para corrigirmos as questões da avaliação diagnóstica e logo após discutirmos os pontos positivos e negativos que utilizamos no decorrer do projeto•
           Opinião dos alunos para elaborarmos uma auto avaliação processual, juntamente com o  nosso parecer de estágio
Recursos: piloto, quadro branco, apagador, caneta e borracha.

Avaliação: Caráter pessoal e intransferível

PLANO DE AULA (11)

Estabelecimento: Colégio da Polícia Militar – João Florêncio Gomes CPM – Ribeira.
Ano: 9º ano do ensino fundamental II    Turma: D
Professor Regente: Maria  Rita             Estagiários: Arilma Pinto/ Alessandro Sérgio
Data: 19/06/2017                                    Período: 10h:35min às 12h:05min  

Tema: Culminância

Objetivos específicos:

·         Produzir um varal de camisas com expressões e frases em inglês;
·         Expor os trabalhos produzidos ao longo do projeto.
·         Refletir sobre os hábitos de consumo na escola e fora dela a partir de projetos articulados com os conteúdos curriculares de sua série.
·         Organizar um café da manhã para promover a interação;


Sequência didática:

Produção do varal: cada aluno deverá trazer uma camisa para estender no varal da língua Inglesa e posteriormente, utilizando o dicionário e outras ferramentas de tradução o mesmo deverá traduzir o enunciado que está na camisa do colega;
Exposição de todo material construído ao longo do projeto, cartazes, listas de vocabulários, anúncios, slides, poemas e músicas.
Reflexão acerca sobre o consumo consciente e dos danos que  o materialismo pode causar a sociedade.
Confraternização com um delicioso café da manhã.




7.    AVALIAÇÃO E CRITÉRIOS DE DESEMPENHO

O processo avaliativo ocorrerá de forma constante e contínua ao longo da realização do projeto.

Serão estabelecidos critérios de desempenho conforme prevê o regulamento do Colégio da Polícia Militar:


Prova por área---------------------------------- 2,0
Atividades. Complementares---------------- 3,0
Qualitativo-----------------------------------------1,0
Avaliação Conclusiva-------------------------- 4,0
Total-----------------------------------------------10,0























Passo a passo para montar um projeto didático.

Em 20 de fevereiro de 2017

Quatorze questionamentos que você pode ter ao iniciar um projeto didático!

Durante essa aula nos tivemos acesso a diversas visões de como se realizar um projeto didático. O material projetado nos trouce um aporte teórico e prático acerca desse tema desafiador e enriquecedor tanto para o professor quanto para os alunos.

Benefícios para o professor:

  • Aumento do profissionalismo;
  • Maior colaboração entre os colegas;
  • Oportunidade de estabelecer relacionamentos com os alunos;
  • Introduz uma variedade maior de oportunidades de aprendizagem para a turma.

Benefícios para os alunos: 

  • Oportunidades para desenvolver atividades complexas;
  • Resolução de problemas com colaboração e comunicação;
  • Melhor envolvimento nas atividades reais.

Um projeto possibilita tirar as pedras do caminho, mover-se. É um empreendimento a ser realizado dentro de um determinado esquema. Vamos aos pontos cruciais para desenvoltura desse método que sempre rompe com a estagnação e conteúdos soltos. 

1. O que é projeto didático?

Aprendemos que é um tipo de organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolve uma situação- problema. 

Seu objetivo é articular propósitos didáticos (o que os alunos devem aprender) e propósitos sociais (o trabalho tem um produto final, como um livro ou uma exposição, que vai ser apreciado por alguém). 

Além de dar um sentido mais amplo às práticas escolares, o projeto evita a fragmentação dos conteúdos e torna a garotada corresponsável pela própria aprendizagem.



2. Quais as características de uma boa proposta?

Todos os materiais que tivemos acesso durante as aulas teóricas com a nossa orientadora de estágio pontuavam que os projetos podem ser planejados e organizados de inúmeras formas, porém algumas ações são fundamentais:

1. Tema: delimitar e conhecer bem o assunto que será estudado e pesquisá-lo previamente. 

2. Objetivos: escolher uma meta de aprendizagem principal e outras secundárias que atendam às necessidades de aprendizagem 

3. Conteúdos: ter clareza do que as crianças conhecem e desconhecem sobre o tema e o conteúdo do trabalho. 

4. Tempo estimado: construir um cronograma com prazos para cada atividade, delimitando a duração total do trabalho. 

5. Material necessário: selecionar previamente os recursos e materiais que serão usados, como sites e livros de consulta. 

6. Apresentação da proposta: deixar claro para a sala os objetivos sociais do trabalho e quais os próximos passos. 

7. Planejamento das etapas: relacionar uma etapa à outra, em uma complexidade crescente.

8. Encaminhamentos: antecipar quais serão as perguntas que você fará para encaminhar a atividade. 

9. Agrupamentos: prever quais momentos serão em grupo, em duplas e individuais. 

10. Versões provisórias: revisar o que a garotada fez e pedir novas versões do trabalho. 

11. Produto final: escolher um produto final forte para dar visibilidade aos processos de aprendizagem e aos conteúdos aprendidos. 

12. Avaliação: prever os critérios de avaliação e registrar a participação de cada um ao longo do trabalho.


3. Todo projeto precisa ser interdisciplinar?


Aprendemos que não. 
Um projeto focado em apenas uma área tem grande valor, já que permite um mergulho mais profundo no conteúdo trabalhado. A ideia de que projetos didáticos precisam ser interdisciplinares pode estar relacionada a uma confusão entre essa estratégia, os projetos institucionais e os temas geradores. 

4. É melhor criar um projeto ou aplicar um já testado?

Para um profissional que tem pouca experiência com esse tipo de trabalho, é melhor utilizar um bom modelo, com todas as etapas definidas e os objetivos previamente pensados e aprovados. 

Não há demérito nisso. Nas melhores escolas, é comum replicar boas práticas. "Um projeto nunca vai ser uma receita fechada, que o professor simplesmente lê e desenvolve em classe com a turma. É preciso adaptar as atividades levando em consideração as características dos alunos e a realidade local", ressalta Clélia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo. Um trabalho sobre animais, por exemplo, fica muito mais interessante se focar as espécies encontradas na região. 

5. Como fazer o planejamento?


O primeiro passo é ter clareza sobre o que você quer ensinar, o que espera que os alunos aprendam e o que eles já sabem. Assim é possível garantir dois importantes critérios didáticos: a continuidade e a variedade de conteúdos ao longo dos anos.

Feito um recorte no conteúdo - levando em conta a faixa etária da turma e as necessidades de aprendizagem -, é preciso conhecê-lo a fundo e selecionar os materiais a ser usados, como textos, livros e sites. Só então são elaboradas as etapas. 

Sobre o que eu espero que a classe reflita? No que quero que avance? 
"Os projetos ajudam a dar voz às crianças por meio da problematização constante. Quando perguntamos da maneira correta, elas indicam o que entenderam e dão sinais do que deve ser ajustado na compreensão. Isso permite avaliar como o trabalho está caminhando e para onde seguir", explica Clélia Cortez.

Pensar no encadeamento das etapas também é fundamental. A ordem é lógica? Esse é o melhor caminho para que a garotada aprenda? A próxima tarefa é construir um cronograma e detalhar como desenvolver o trabalho em sala. Nesse ponto, é essencial ter definido o produto final - uma feira cultural ou um blog, por exemplo - e se haverá um momento de finalização e socialização do trabalho. Em caso afirmativo, qual o objetivo dessa culminância? Essas decisões interferem na gestão de tempo e na busca pelos recursos. Por fim, é necessário definir os critérios de avaliação. Tudo isso precisa estar escrito e serve como uma bússola para o trabalho.

7. Cada etapa deve ter um objetivo?

Sim.  Cada atividade deve ter o seu, sempre relacionado ao principal. Quando se sabe o que é preciso ensinar em cada momento, é mais fácil intervir e ajudar a turma a avançar.

Em alguns momentos, é possível pensar em objetivos secundários que não tenham necessariamente relação com o propósito de ensino maior. É comum isso ocorrer em atividades relacionadas ao produto final, como no caso de as crianças fazerem um desenho para a capa do livro da turma. Isso não está ligado à escrita, mas é uma ação comum na produção de publicações - dentro e fora da escola. Já que se quer preservar as práticas sociais, vale prever isso. O principal cuidado é não reservar muito tempo para esses momentos secundários. Eles devem ser pontuais e focados.

8. Como antecipar as dificuldades dos alunos?

É preciso pensar em atividades específicas para estudantes com níveis diferentes de saber. Para contemplar todos eles, há três saídas: variar a complexidade das tarefas apresentadas, organizar os alunos em grupos e dar atenção àqueles que mais precisam. 

A solução é investigar as experiências que os estudantes tiveram anteriormente e, se necessário, reservar um tempo para o trabalho com esses procedimentos. Outra opção é retomar registros de atividades anteriores e verificar os pontos que vão necessitar de mais atenção durante o projeto.

9. Todas as atividades devem ser em grupo?

Não. Um bom projeto contempla atividades em que os alunos atuam sozinhos, em duplas e em grupos. Porém, como os projetos envolvem a turma toda e o produto final é uma obra coletiva, muitos pensam que tudo deve ser feito em equipe. Um bom critério para definir de que forma os estudantes vão realizar a tarefa é sua complexidade. 

10. Como apresentar a proposta à turma? 

Resultado de imagem para projetos didáticosO primeiro passo é criar um clima de curiosidade. Para envolver a garotada, de nada adianta só dizer: "Vamos trabalhar nos próximos meses com um projeto". "O sucesso da estratégia está condicionado ao interesse despertado no estudante, valorizado como pesquisador e expositor do que apreendeu", explica Jorge dos Santos Martins, autor de livros sobre projetos de pesquisa. 

O ideal é começar a conversa problematizando o tema e o produto final. Nesse caso, o recomendado é envolver os alunos na discussão sobre como chegar ao resultado esperado. 


11. Quando é preciso replanejar?

Sempre, já que nunca o que foi previsto se confirma totalmente na prática. 
Em geral, o planejamento é ajustado e repensado a cada etapa vencida, de acordo com os indícios que os alunos dão sobre o que estão efetivamente aprendendo durante o processo. É comum identificar pontos que precisam ser retomados antes de iniciar a etapa seguinte ou conteúdos que necessitam ser reforçados para garantir novas aprendizagens. 

"Todo professor deve se perguntar ao fim de cada atividade ou etapa se o andamento do trabalho está de acordo com o que quer ensinar", recomenda Paula Stella, coordenadora pedagógica da Comunidade Educativa Cedac, em São Paulo.

 Um alerta: ter de replanejar uma parte do projeto é muito diferente de desenvolver o trabalho de forma intuitiva. Quando não há um plano, as intervenções ficam menos efetivas e o professor tem de correr, ao término de cada aula, para preparar as atividades da próxima. Replanejar é retornar à etapa anterior, incluir uma nova ou repensar aspectos das que estavam previstas.

12 Vale interferir para aperfeiçoar o produto final?


Sim, mas desde que o objetivo seja fazer com que a própria turma aperfeiçoe o trabalho realizado. Não é tarefa do professor melhorar sozinho o acabamento de um cartaz ou o texto de um diário de campo escrito pelos alunos.
 Como já devem ter entrado em contato com diversos modelos do produto final escolhido, eles podem retomá-los, comparar ao que produziram e corrigir trechos que não ficaram a contento.

 "Quando está envolvida com o propósito social do projeto e sabe para que ele serve, a garotada se dispõe a refazê-lo inúmeras vezes", avalia Paula Stella. 

13. Como avaliar os estudantes?

No caso dos projetos, são três os eixos de aprendizagem que podem ser considerados na avaliação:
- o conteúdo;
- o aprofundamento no tema;
- a aproximação com a prática social relacionada ao produto final.


As respostas dadas pelos alunos ao longo do processo dão pistas sobre o que já foi compreendido e no que ainda é preciso avançar, assim como os momentos de sistematização dos conteúdos - quando a turma define com suas palavras os conceitos estudados. 

Os projetos possibilitam ainda uma avaliação do trabalho do professor e indicam em que pontos sua condução precisa ser ajustada. Algumas questões que norteiam as análises: a forma de conduzir o trabalho foi adequada? Foram feitas intervenções sempre que necessário? As atividades responderam ao objetivo de cada etapa? Os materiais usados foram adequados? O tempo previsto foi suficiente? Esse tipo de reflexão tem uma importância formativa única para o professor e pode impactar positivamente a prática cotidiana.

14 Qual a importância da culminância?

São duas as funções principais das cerimônias de fechamento de um projeto didático: dar ao aluno visibilidade para o processo de aprendizagem pelo qual passou e apresentar o trabalho da turma para a comunidade e os pais, que são estimulados a perceber o avanço de seus filhos.

O evento só cumprirá esses dois papéis se estiver prevista a exposição dos objetivos de cada atividade realizada, dos registros das várias versões do produto final e das fotos que ilustram o processo. Fazer uma festa bonita não deve ser a maior preocupação da escola- como é bastante comum -, mas o mínimo de organização precisa ser garantido.

Sem despender muito tempo nessa tarefa, professores e gestores precisam tomar uma série de providências, como conseguir microfones para as apresentações orais, organizar as cadeiras para os convidados e distribuir pelo espaço reservado para o evento suportes para expor os trabalhos. 


"Não é correto transformar a culminância na grande estrela de um projeto. O mais atrativo é o caminho pelo qual todos passaram e as realizações das crianças", explica Maria Alice Junqueira.

Alerta: a participação dos alunos na culminância deve ter caráter pedagógico, incluindo a definição de critérios para a exposição do material, e não na produção de enfeites, o que não se relacionam a nenhum objetivo.

Não existe uma receita pronta, mas trabalhar cada um desses questionamentos durante as aulas teóricas foi essencial para produção do nosso próprio projeto.Podemos perceber que o projeto vai além dos limites do Currículo Escolar.e conscientiza os alunos do seu processo de aprendizagem, pois exige um maior envolvimento da turma.

Nesse sentido, a Pedagogia de Projetos visa a re-significação do espaço escolar, transformando-o em um espaço vivo de interações, aberto ao real e às suas múltiplas dimensões, trazendo uma nova perspectiva para se entender o processo de ensino – aprendizagem. Nesse processo, todo conhecimento é construído em estreita relação com os contextos em que são utilizados, sendo impossível separar os aspectos cognitivos, emocionais e sociais, pois a formação dos alunos não pode ser pensada apenas como uma atividade intelectual. É um processo global e complexo onde o conhecer e o intervir no real não se encontram dissociados. “Aprende-se participando, vivenciando sentimentos, tomando atitudes diante dos fatos, escolhendo sentimentos para atingir determinados objetivos. 

A função do projeto é a de tornar a aprendizagem real e atrativa para o educando, englobando a educação em um plano de trabalho agradável, sem impor os conteúdos programáticos de forma autoritária. Assim o aluno busca e consegue informações, lê, conversa, faz investigações, formula hipóteses, anota dados, calcula, reúne o necessário, e por fim, converte tudo isso em ponto de partida para a construção e ampliação de novas estruturas cognitivas.










sexta-feira, 23 de junho de 2017

E o desafio continua... Realce!

Iniciando em 13 de fevereiro de 2017


Resultado de imagem para começar o estagio

A primeira é:Não perca nenhum dia de aula teórica, pior ainda se for o primeiro dia!




A primeira aula do Estágio Supervisionado II - Regência foi minuciosa e repleta de pontos cruciais da disciplina:
  • A apresentação da ementa/cronograma da disciplina;
  • Lista completa com dados para a apólice de seguro;
  • Providenciar TCE (Termo de compromisso de estágio);
  • Carta de apresentação para instituição cedente; e outros documentos, com carimbo e assinatura da Coordenadora Letras.

Relembrando a organização do cronograma, temos atividades a serem cumpridas por etapas: 
Estágio - Etapa I : Conhecimento da realidade escolar: ambientação (biblioteca, laboratório, salas...) 
Estágio - Etapa II Coordenação: leitura crítica dos documentos (PPP – Plano Político Pedagógico, Plano de Unidade, Plano de Curso, Plano de Aula, Projetos Institucionais -Inter, trans, multi...)  
Estágio – Etapa III: Sala de Aula: Definição de sala, turma, série, junto à coordenação/ Observação da aula propriamente dita. (Estágio de Investigação)  
Estágio – Etapa IV Entrevista: professor regente/ alunado (impressões acerca das aulas) e demais pessoas da comunidade escolar.


Estávamos todos ansiosos para receber as primeiras orientações para o Estágio Supervisionado II - Regência.
Primeira aula após o recesso de férias foi bombástica. Muita coisa estava por vir, não podia passar nada sem anotar!!!

Are we going to restart
the supervised internship?


Para adentrar no aporte teórico  tivemos início com a exibição de alguns vídeos que despertaram a reflexão acerca do propósito de ir a escola.
Charlie Brown: 
Tirar boas notas escola doutrinada e sem sentido:



Afinal, qual o propósito de ir á escola?Será que é mesmo tirar boas notas? Ou preparar o sujeito para a vida? Qual a função social da educação?

Diversos questionamentos abriram nossas primeiras orientações acerca do Estágio II, interpelando e nos fazendo sair do lugar de conforto, impulsionando o pensar de forma crítica acerca de uma escola que impõe e rotula uma doutrina de notas como essencial a educação. Essa medida é excludente e até mesmo preconceituosa, uma vez que classifica o melhor do pior de forma arbitrária e não libertadora.

Em seguida a professora orientadora de estágio nos apresentou os diversos conceitos para o CURRÍCULO ESCOLAR, refere-se não apenas a conteúdos de um assunto ou área de conhecimento, mas sim ao programa total de uma escola.

A Fábula é um gênero textual que tem por característica trazer um ensinamento através da moral da história.

A escola é um ambiente da comunidade, portanto de todos. E inserido nessa comunidade está a figura do professor, peça fundamental no processo de ensino/aprendizagem, e a relação entre professor e aluno é fundamental no processo pedagógico. Também destes, com as demais camadas hierárquicas da educação. Mas as palavrinhas mágicas onde estou tentando chegar são bem simples de serem entendidas: 


ADEQUAÇÃO e HARMONIA.

Essa é a moral da história: 
É preciso adequar as práticas educacionais com o intuito de desenvolver cada habilidade existente ou não de forma harmônica, respeitando as limitações de cada um.

Na coletânea de textos selecionados pela professora Gina o que se entende em termos de pedagogia diferenciada é que o currículo não pode permanecer insensível ao diferente capital cultural de procedência familiar e social que os alunos carregam no seu dia-a-dia para a escola. 

Existe uma relação entre sucesso escolar e situações sociais privilegiadas, assim como, entre fracasso escolar e situações sociais desfavorecidas, e a escola por sua vez, reproduzindo a sociedade, acaba confirmando e reforçando a cultura das classes privilegiadas. É certo que a incidência de culturas distintas traz consigo muitas vezes conflitos, discriminação, dominação e exclusão.


Um outro vídeo enriquecedor que abrilhantou o nosso primeiro encontro foi com o Professor Clóvis explanando acerca da felicidade.

Você é feliz?



O professor Clóvis fala sobre felicidade e a necessidade de viver e ser feliz no momento presente.
A mudança e a chance de fazer o melhor da vida é aqui e agora. Não é quando acabar é já!
A felicidade é um pequeno segundo da vida, um pequeno instante.  


Felicidade na Escola: 
Como cultivar?



 1. A ordem é desacelerar: Há uma correlação direta entre os níveis de satisfação física e psicológica e o ritmo em que as pessoas vivem suas respectivas vidas.  Respeitar o ritmo,mas sem perder o passo!

 2. Vá lá para fora: Estar do lado de fora da sala durante a aula, mesmo que por apenas alguns minutos, pode aumentar o estado de bem-estar dos alunos.  Atividades extraclasse e excursões também são válida!
 3. Sorria mais: Mesmo que você não seja uma pessoa sorridente , tente sorrir com mais frequência. “Caso encontre dificuldades em produzir um sorriso mais genuíno, tente, ao menos, fingir um sorriso mais autêntico” O sorriso estreita os laços!
   4. Aperta o play: O efeito da música pode ter o poder de fazer as pessoas (incluindo os alunos) de se sentirem mais felizes. Isso porque, o efeito do relaxamento produzido pela audição de uma canção, por exemplo, pode estimular o melhor funcionamento da pressão arterial, diminuindo assim a ansiedade e tendo repercussões até no sistema imunológico dos indivíduos. A terapia musical pode ser uma ótima saída!

 5. Tá na hora de meditar: De acordo com Aguilar, já há uma “abundância de evidências” sobre como a meditação pode estimular sentimentos de calma e bem-estar entre os praticantes. As escolas podem buscar incorporar a meditação dentro do ambiente educacional. “A ideia é propor que tal prática possa ser incorporada na rotina de professores e estudantes. Tudo isso para estimular ainda mais a criação de um ambiente mais tranquilo propício à aprendizagem e ao bem-estar na rotina diária dos praticantes.”
As colocações do professor Clóvis nos faz pensar para além de nossas obrigações com a profissão e sim com a vida. Precisamos nos reinventar, não buscar a felicidade e sim vive-la no instante em que acontece. 

 Analisamos desde o Estágio I que o desafio maior esta com o professor, este por sua vez, tem que se reinventar diariamente.




   
Aprendemos que o caminho vai se construindo a cada passada. Re-construir a todo instante é preciso! A ordem é Realce. Apertamos play com a canção de alerta do Gilberto Gil, que além de nos surpreender durante a aula, nos proporcionou relaxamento e diminuiu a ansiedade do primeiro encontro.

 “ O afeto 
é fogo
  e o modo do fogo
 É quente
 e de repente
  a gente
 queimará.”

Gilberto Gil





  Boaventura Santos nos diz que não há mais lugar para revolução, mas sim, mudanças podem ocorrer em pequenos grupos!                                  

Let's make a difference?